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	<description>ASOCIACION EMPRESARIAL MEXICANA EN BRASIL</description>
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		<title>Brasil vai romper acordo automotivo com o México</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[02/02/2012 O governo decidiu romper o acordo automotivo mantido com o México, por ordem da presidente Dilma Rousseff, que está incomodada com o déficit crescente no comércio de automóveis entre os dois países. A decisão, mais uma de uma série de medidas protecionistas tomadas sem consulta prévia ao Itamaraty, segundo admitem seus autores, deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><strong><span style="font-family: Georgia;">02/02/2012</span></strong><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">O governo decidiu romper o acordo automotivo mantido com o México, por ordem da presidente Dilma Rousseff, que está incomodada com o déficit crescente no comércio de automóveis entre os dois países. A decisão, mais uma de uma série de medidas protecionistas tomadas sem consulta prévia ao Itamaraty, segundo admitem seus autores, deve ser oficializada nos próximos dias, com a volta ao Brasil da presidente e dos ministros do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e das Relações Exteriores, Antônio Patriota.</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">O acordo automotivo, firmado em 2002, prevê a possibilidade de &#8220;denúncia&#8221; (anulação), desde que haja comunicação com 14 meses de antecedência. Esse prazo deve ser respeitado, o que significa que só em 2013 os automóveis, partes e peças comprados naquele país passarão a pagar tarifa de importação.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Notícia disponibilizada pela página <a title="Valor Econômico" href="http://www.valor.com.br/impresso/brasil/brasil-vai-romper-acordo-automotivo-com-o-mexico" target="_blank">Valor Econômico.</a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><br />
</span></p>
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		<title>Regional</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[26/01/2012 O Grupo Televisa, maior empresa mexicana de televisão, teme uma decisão adversa das autoridades do México para sua proposta de associação à telefônica Iusacell, disse um executivo da Televisa que pediu anonimato. Uma pessoa a par do assunto disse terça que a comissão antitruste havia decidido contra o acordo, mas nenhum anúncio havia sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>26/01/2012</p>
<p>O Grupo Televisa, maior empresa mexicana de televisão, teme uma decisão adversa das autoridades do México para sua proposta de associação à telefônica Iusacell, disse um executivo da Televisa que pediu anonimato. Uma pessoa a par do assunto disse terça que a comissão antitruste havia decidido contra o acordo, mas nenhum anúncio havia sido feito até o fim da tarde de ontem.</p>
<p>Notícia retirada do site do <a href="http://www.valor.com.br/online/regional-904 ">Valor Econômico</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nissan anuncia nova fábrica no México</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿﻿26/01/2012 A montadora japonesa Nissan vai investir US$ 2 bilhões em uma nova fábrica no México, que vai dar apoio à estratégia de crescimento da empresa nas Américas. Será a terceira unidade de produção no país e o início das operações está previsto para o fim de 2013. A fábrica será instalada em  Aguascalientes (centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿﻿26/01/2012</p>
<p>A montadora japonesa Nissan vai investir US$ 2 bilhões em uma nova fábrica no México, que vai dar apoio à estratégia de crescimento da empresa nas Américas.<br />
Será a terceira unidade de produção no país e o início das operações está previsto para o fim de 2013. A fábrica será instalada em  Aguascalientes (centro do país) e terá, em sua primeira fase, capacidade de produzir 175 mil carros  do tipo compacto por ano. Mas a companhia adianta que futuras expansões serão consideradas no terreno, que também vai abrigar um parque de fornecedores.<br />
No anúncio do projeto, Carlos Ghosn, presidente da montadora, destaca que o México representa um motor vital para o crescimento da Nissan nas Américas. “Junto com nossa nova fábrica no Brasil, essa nova unidade em Aguascalientes vai assegurar a capacidade que a Nissan precisa para aumentar o volume de vendas e a participação de mercado nas Américas”, afirma o executivo, referindo-se à fábrica que será erguida em Resende, no Rio de Janeiro.<br />
A futura fábrica ficará perto de outra unidade da Nissan já existente em Aguascalientes, o que facilita no acesso a mão de obra qualificada e fornecedores. No México, a montadora produz o compacto March, que foi lançado no ano passado no Brasil.<br />
Com novas expansões da futura unidade mexicana, a Nissan terá capacidade de produzir anualmente mais de um milhão de carros no México. No ano passado, a montadora produziu mais de 600 mil carros no país, uma marca recorde.</p>
<p>Notícia retirada do sire do <a href="http://www.valor.com.br/empresas/2504310/nissan-anuncia-nova-fabrica-no-mexico">Valor Econômico</a>.</p>
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		<title>Tremor no México</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[23/01/2012 O terremoto de magnitude 6,2 que atingiu o Golfo de Tehuantepec, no sul do México, no sábado, não afetou as operações da maior refinaria do país, a Salina Cruz, da Petroleos Mexicanos, de acordo com a Bloomberg. A refinaria processa 330 mil de barris por dia. O terremoto durou 67 segundos, informou à agência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>23/01/2012</p>
<p>O terremoto de magnitude 6,2 que atingiu o Golfo de Tehuantepec, no sul do México, no sábado, não afetou as operações da maior refinaria do país, a Salina Cruz, da Petroleos Mexicanos, de acordo com a Bloomberg. A refinaria processa 330 mil de barris por dia. O terremoto durou 67 segundos, informou à agência de notícias Silvestre Sanchez, diretor de proteção civil em Salina Cruz, Oaxaca.</p>
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		<title>Llegan inversiones mexicanas en Brasil a 26 mil millones de dólares</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 16:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NOTIMEX Sao Paulo.-Las inversiones mexicanas en Brasil llegaron en 2011 a 26 mil millones de dólares, lo que confirma a este país como el principal destino del capital mexicano en América Latina, afirmó el delegado de ProMéxico, Juan Manuel Pinto-Ribeiro C. El funcionario indicó a Notimex que según estimaciones de ProMéxico, asociaciones empresariales y las [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NOTIMEX </strong></p>
<p>Sao Paulo.-Las inversiones mexicanas en Brasil llegaron en 2011 a 26 mil millones de dólares, lo que confirma a este país como el principal destino del capital mexicano en América Latina, <strong>afirmó el delegado de ProMéxico, Juan Manuel Pinto-Ribeiro C.</strong></p>
<p>El funcionario indicó a Notimex que según estimaciones de ProMéxico, asociaciones empresariales y las propias empresas, las inversiones mexicanas en Brasil crecieron durante 2011 en 23.8 por ciento respecto a los 21 mil millones de dólares que se acumularon en 2010.</p>
<p>“El mayor aumento viene de reinversiones de grandes empresas mexicanas que ya están instaladas aquí, como los Grupos Carso -de Carlos Slim-, Coca-Cola Femsa, Bimbo y Mabe, que crecen mucho en este gran mercado”, dijo el representante de ProMéxico.</p>
<p>Pinto-Ribeiro sostuvo que Brasil resulta un destino de inversión de enorme atractivo por su gran mercado de 195 millones de consumidores, una pujante clase media con creciente poder adquisitivo y políticas públicas de fomento al mercado interno.</p>
<p>Indicó que los inversionistas mexicanos están aprovechando esta expansión económica y en los niveles de consumo que registra Brasil, donde el gobierno liberó este año 22 mil 800 millones de dólares en créditos blandos para el financiamiento de vivienda popular.</p>
<p>“Estas medidas dinamizan la economía y fortalecen el mercado interno, que no ha parado de crecer”, agregó el representante de ProMéxico en Brasil, que destacó el crecimiento de 4.5 por ciento anual promedio que ha logrado esta nación entre 2004 y 2010.</p>
<p>Dijo que la expansión económica ha alentado a las empresas mexicanas a incrementar sus operaciones, como es el caso de Coca-Cola Femsa Brasil, que el pasado 5 de diciembre inició la construcción de una nueva embotelladora con una inversión de 140 millones de dólares.</p>
<p>El Grupo Carso, de Slim, opera en Brasil las compañías Claro, de telefonía celular; Net, de televisión por cable, y la proveedora de telefonía e internet, Embratel, mismas que en octubre pasado comenzaron a ofrecer sus servicios de voz, datos y TV en paquete.</p>
<p> “Los grandes grupos mexicanos han crecido bastante, pero tenemos también inversiones importantes de empresas como Coppel, que este año abrió su quinta tienda en este país, en el sureño estado de Paraná, su capital Curitiba y área metropolitana”, aseveró Pinto-Ribeiro.</p>
<p>Dijo que la llegada de empresas mexicanas de mediano porte se incrementa, así como las operaciones de las grandes firmas debido al crecimiento económico y a la actividad que generan la Copa Mundial de Futbol Brasil 2014 y las Olimpiadas de Río de Janeiro 2016.</p>
<p>El representante de ProMéxico aseguró que las perspectivas para la inversión mexicana en Brasil son “muy buenas” para el 2012, tanto para las compañías instaladas en el país como para las que están por llegar.</p>
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		<title>No México, blogs entram na guerra contra drogas</title>
		<link>http://asemexbra.com.br/no-mexico-blogs-entram-na-guerra-contra-drogas/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[24/11/2011 O grupo de hackers Anonymous (em manifestação na Espanha): cancelamento da operação OpCartel, depois do sequestro de um ativista pelos traficantes O Anonymous, um grupo mundial de hackers ativistas, conquistou uma série notável de sucessos nos últimos tempos: desde ajudar o movimento Ocupar Wall Street até derrubar sites governamentais de regimes repressivos no Egito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>24/11/2011</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O grupo de hackers Anonymous (em manifestação na Espanha): cancelamento da operação OpCartel, depois do sequestro de um ativista pelos traficantes</p>
<p>O Anonymous, um grupo mundial de hackers ativistas, conquistou uma série notável de sucessos nos últimos tempos: desde ajudar o movimento Ocupar Wall Street até derrubar sites governamentais de regimes repressivos no Egito e na Tunísia. Mas quando, neste mês, o grupo lançou um plano chamado OpCartel, ameaçando divulgar dados roubados para expor 100 colaboradores do Los Zetas, um dos cartéis de drogas mais selvagens do México, a empresa americana de segurança Stratfor, entre outros, advertiu os hackers de que eles não tinham noção das consequências do que pretendiam fazer. Em setembro, os Zetas manifestaram seu descontentamento com um blogueiro que contribuiu para um site anticartel desovando seu corpo decapitado perto de um monumento na cidade fronteiriça de Nuevo Laredo. A cabeça da vítima estava com um par de fones de ouvido e ao lado de seu torso havia um teclado de computador.<span id="more-1965"></span></p>
<p>Divulgar informações sobre colaboradores dos Zetas, extraídas de bancos de dados da polícia, provavelmente colocaria os suspeitos em uma &#8220;lista de alvos de assassinato&#8221; de cartéis rivais, alertaram especialistas em segurança. Os geralmente ruidosos participantes do Anonymous estavam divididos sobre o bom senso do confronto, anunciado como uma resposta ao suposto sequestro de um membro do Anonymous no Estado mexicano de Veracruz em algum momento anterior a 6 de outubro. &#8220;Não vou mais twittar no #OpCartel daqui para frente&#8221; foi a mensagem disparada por um membro apelidado AnonyNewsNet. &#8220;Desculpe-me, mas vou fumar um cigarro atrás do outro e/ou ficar me sentindo um covarde.&#8221;</p>
<p>Quando o ativista sequestrado foi libertado em 4 de novembro, com um bilhete de seus captores ameaçando matar dez pessoas para cada nome divulgado, a OpCartel foi rapidamente cancelada. &#8220;Nós os chantageamos&#8221;, diz Barrett Brown, porta-voz informal do Anonymous, observando que os Zetas não costumam liberar as vítimas vivas. &#8220;E eles nos chantagearam.&#8221;</p>
<p><cite><strong>Em setembro, para mostrar seu descontentamento, o cartel Los Zetas desovou um corpo decapitado</strong></cite></p>
<p>Cerca de 45 mil mexicanos foram mortos desde 2006 e a guerra às drogas custou à economia US$ 120 bilhões em gastos com segurança e investimentos perdidos, segundo a Bulltick Capital Markets, uma empresa de investimento especializada na América Latina, com sede em  Miami. Entre as consequências desastrosas estão um mídia acovardada e uma força policial com poder de fogo inferior a dos traficantes e muitas vezes corrupta.</p>
<p>Nesse vácuo, uma nova geração de jovens ativistas mexicanos está empenhada em enfrentar os cartéis usando mídias sociais e ferramentas de alta tecnologia que se revelaram eficazes em outros movimentos. Nas cidades mexicanas atormentadas pelos conflitos, o Twitter e o Facebook são plataformas de informações sobre as gangues de drogas provenientes da multidão de usuários das redes sociais. Os blogs, que não funcionam em escritórios no mundo real &#8211; como os jornais convencionais, contra os quais os cartéis podem lançar bombas &#8211; substituíram essas publicações como fontes de informação.</p>
<p>Igualmente importante, dizem os ativistas, é que as mídias sociais oferecem uma maneira para os cidadãos sitiados reagirem. &#8220;É uma maneira de dizer &#8216;Chega, daqui não passarão. Mesmo se nos matarem, mesmo que nos sequestrem, não vamos desaparecer&#8217;&#8221;, diz Javier Valdez, que escreve para o Rio Doce, um site que reporta as atividades de cartéis no Estado mexicano de Sinaloa, banhado pelo Pacífico.</p>
<p>O movimento começou com moradores de algumas das piores zonas de conflitos do país usando o Twitter para monitorar em tempo real tiroteios nas rua ou cenas de assassinato. Sites de comunidades começaram a compilar essas postagens como uma espécie de relatório sobre a violência dos traficantes. &#8220;Há um comboio de homens armados circulando no Boulevard Colosio. Tome cuidado&#8221;, alertou recentemente um redator anônimo no site Nuevo Laredo en Vivo, que monitora as atividades na cidade fronteiriça ao sul de Laredo, no Texas. No Estado de Tamaulipas, onde os jornais locais raramente cobrem as atividades dos cartéis, usuários do Twitter desenvolveram códigos para indicar o nível de confiança das informações que postam: A2 é código para rumores, por exemplo; A4 indica um evento presenciado. &#8220;Os usuários do Twitter tomaram em suas mãos uma espécie de jornalismo cidadão&#8221;, disse Rossana Reguillo, professora da Universidade Jesuíta de Guadalajara, em uma recente conferência no Estado de Jalisco.</p>
<p>Com o passar do tempo, os usuários de sites têm ficado mais ousados. Os editores do Nuevo Laredo en Vivo recentemente elaboraram relatórios para criar um mapa de locais de venda de drogas e de vigilância operados pelos traficantes. Entre os colaboradores do site estava Maria Elizabeth Macias, a vítima decapitada, que publicava sob o apelido La Nena de Laredo (a garota de Laredo). Colegas suspeitam que os Zetas conseguiram reunir informações on-line de Macias que permitiram levantar sua identidade real. Para proteger os contribuintes, os editores do blog Borderland, considerado uma das fontes mais confiáveis de informação sobre a violência das drogas no México, dizem que eles próprios não conhecem a identidade de alguns dos principais contribuintes do site. As mensagens são muitas vezes repassadas por meio de intermediários para proteger o sigilo. &#8220;Podem ser jornalistas, policiais, políticos e talvez até mesmo membros dos próprios cartéis&#8221;, diz um dos editores do blog, cujo apelido é Buggs.</p>
<p>Isso não atenderia aos critérios editoriais na maioria das redações tradicionais. Por outro lado, essas não são situações típicas em redações. Em Tamaulipas, base operacional dos Zetas, sempre que há um tiroteio ou ataque com granadas &#8211; ambos acontecem com alarmante frequência -, repórteres esperam um telefonema de um representante do cartel para saber se podem cobrir o incidente, diz Jo Tuckman, autora e analista que mora na Cidade do México.</p>
<p>Editores do site Blog Del Narco dizem ter sobrevivido à política mortal da cobertura da guerra contra as drogas porque não tomam partido. Até recentemente, o site funcionava como um YouTube da guerra das drogas. Usuários postavam vídeos de tiroteios gravados com telefones celulares ou fotos macabras de cenas de assassinatos. O site tornou-se tão popular que também os cartéis começaram a postar nele. Um vídeo &#8211; aparentemente um recado a um cartel rival -, incluía uma decapitação. A partir de novembro, os usuários que buscam o blog passaram a ser redirecionados a um site irmão com menos cenas de violência explícita denominado Mil Cincuenta.</p>
<p>Recentes assassinatos indicam que os cartéis estão levando as novas táticas on-line a sério e os ativistas podem ter cometido um erro de cálculo ao se ocultar sob apelidos e endereços IP para sua proteção. Em setembro, dois corpos foram encontrados pendurados de uma ponte em  Nuevo Laredo com um aviso sobre o preço pago por &#8220;dedos-duros de internet&#8221;. A nota &#8211; assinada com um &#8216;Z&#8217;, inicial de Zeta &#8211; citava vários sites, entre elas o Blog del Narco e o Denuncia Ciudadano, que permitem aos usuários reportar anonimamente atividades criminais. Um quarto blogueiro decapitado foi encontrado na mesma cidade, no dia 9. Após o confronto com o Anonymous, a empresa americana Stratfor e especialistas em segurança no México advertiram que, com tantos funcionários do governo nas folhas de pagamento dos cartéis, esses provavelmente têm acesso a tecnologias de rastreamento de nível militar usadas pelo governo mexicano. Em pelo menos um caso, segundo o jornalista Valdez, o cartel de Sinaloa contratou um hacker para caçar um informante do governo.</p>
<p>Membros do Anonymous envolvidos na OpCartel dizem não ter desistido da luta, apenas mudado os alvos. As informações sobre colaboradores dos Zetas são fruto de mais de 200 mil e-mails obtidos por hackers em agências policiais mexicanas, que o grupo vem analisando ao longo dos últimos seis meses, segundo um membro do Anonymous que atende pelo nome de Itzela. Ele diz que os dados roubados contêm evidências apontando para pelo menos 70 autoridades nacionais e locais mexicanas envolvidas em atividades corruptas, incluindo detalhes de subornos. &#8220;Isso poderá causar muitos problemas para o governo&#8221;, diz Jorge Chabat, um cientista político da Cide, uma universidade na Cidade do México. &#8220;Haverá pressões para que algo seja feito.&#8221;</p>
<p>Mas será que isso conseguirá pressionar &#8211; e, o que dirá, prejudicar &#8211; os cartéis? &#8220;Nessa altura dos acontecimentos, não, eu não acho que isso os preocupe muito&#8221;, admite Itzela. &#8220;Se nos livramos de um político corrupto, quando seu substituto chegar, eles simplesmente o comprarão também&#8221;. Ele diz que o Anonymous foi atrás dos Zetas apenas por causa do sequestro; o verdadeiro alvo do grupo é o governo mexicano. A partir de agora, o grupo, com mais de 30 membros detidos em diversos países, não discute mais quaisquer de suas atividades no México em fóruns abertos. &#8220;Precisamos ser cuidadosos&#8221;, diz Itzela. &#8220;Ser preso pela polícia não é o mesmo que ser morto por um cartel.&#8221; <strong>(Tradução de Sergio Blum)</strong></p>
<p>As informações acima foram retiradas do portal do Valor Econômico.<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Economia surpreende no México e cresce 4,5% no terceiro trimestre</title>
		<link>http://asemexbra.com.br/economia-surpreende-no-mexico-e-cresce-45-no-terceiro-trimestre/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 19:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[23/11/2011 A economia do México ganhou força no terceiro trimestre, beneficiada pela demanda interna elevada e pelo forte aumento na produção agrícola, que compensaram a queda de ritmo na indústria. O Produto Interno Bruto (PIB) expandiu-se 4,5% no período de julho a setembro, em relação ao mesmo período de 2010, divulgou ontem o Instituto Nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>23/11/2011</strong></p>
<p>A economia do México ganhou força no terceiro trimestre, beneficiada pela demanda interna elevada e pelo forte aumento na produção agrícola, que compensaram a queda de ritmo na indústria.</p>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) expandiu-se 4,5% no período de julho a setembro, em relação ao mesmo período de 2010, divulgou ontem o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi) do México. A expansão superou a expectativa de 3,7% de analistas, e a alta de 3,2% do segundo trimestre.<span id="more-1960"></span></p>
<p>&#8220;São dados muito bons, é uma grande surpresa&#8221;, disse Sergio Luna, economista-chefe adjunto do Banamex. &#8220;Parece que o mercado interno vem ganhando força, principalmente no setor de serviços.&#8221; Luna previa que a economia cresceria 3,8% em 2011, mas agora deve revisar essa projeção para cima.</p>
<p>Em termos ajustados sazonalmente, a economia mexicana cresceu 1,34% em relação ao segundo trimestre, segundo o Inegi, o que se traduz em índice de crescimento anualizado de 5,5%.</p>
<p><a title="Ampliar imagem" href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/11/11/arte23int-201-mexico-a11.jpg">Ampliar imagem</a></p>
<p><a href="http://www.valor.com.br/sites/default/files/gn/11/11/arte23int-201-mexico-a11.jpg"></a></p>
<p>Quanto aos componentes do PIB no terceiro trimestre, a produção industrial teve expansão em relação ao mesmo período de 2010 um pouco menor, de 3,4%, o que foi compensado pelo crescimento de 4,8% nos serviços. A produção agrícola apresentou a alta mais elevada, de 8,3%, graças principalmente ao aumento na colheita de frutas, milho e outros grãos.</p>
<p>Nos nove primeiros meses do ano, o PIB apresentou expansão de 4%, ritmo mais moderado em relação aos 5,4% verificados em 2010, após a recessão de 2008 e 2009.</p>
<p>Os números fortes do PIB sustentam a visão de que o Banco do México (o BC do país) não reduzirá os juros em sua próxima reunião, marcada para 2 de dezembro.</p>
<p>&#8220;O banco central provavelmente evitará agir na reunião de dezembro, preferindo em vez disso esperar pelo primeiro trimestre de 2012 para ter uma leitura mais precisa da força do ciclo real de negócios domésticos e a evolução da economia mundial e de seus riscos&#8221;, disse o economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs.</p>
<p>Luna também acha que o Banco do México adotará uma abordagem do tipo esperar para ver. &#8220;A atividade não se desacelerou, então, não foram necessários estímulos até agora. O banco central vai preferir guardar a munição para o próximo ano&#8221;, afirmou.</p>
<p>A perspectiva para os próximos meses e para 2012 é encoberta pelas incertezas quanto às economias de EUA e Europa, cruciais para impulsionar o setor industrial e as exportações mexicanas.</p>
<p>&#8220;Supomos que a economia vai se desacelerar nos próximos trimestres, tendo em vista o baixo crescimento real nos EUA e a intensificação dos ventos contrários, financeiros e reais, vindos da Europa&#8221;, avaliou Ramos.</p>
<p>Influenciado pela turbulência econômica mundial, o Banco do México reduziu no início de novembro sua previsão de crescimento do PIB para algo entre 3,5% e 4% neste ano e para 3% a 4% em 2012. O banco central atribuiu a revisão à expectativa de menor crescimento nos EUA e ao agravamento da crise europeia.</p>
<p>Informações retiradas do site do Valor Econômico.</p>
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		<title>Tupy investe no México para atender EUA e Canadá</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[17/11/2011 Luiz Tarquínio, presidente da Tupy: &#8220;O foco não é apenas a operação da América do Norte, mas a demanda de países emergentes, como China e Índia&#8221; Com a estratégia de atender com mais proximidade o mercado da América do Norte, a fundição Tupy, com sede em Joinville, anunciou ontem que assinou contrato para compra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>17/11/2011</strong></p>
<p>Luiz Tarquínio, presidente da Tupy: &#8220;O foco não é apenas a operação da América do Norte, mas a demanda de países emergentes, como China e Índia&#8221;</p>
<p>Com a estratégia de atender com mais proximidade o mercado da América do Norte, a fundição Tupy, com sede em Joinville, anunciou ontem que assinou contrato para compra de duas empresas no México &#8211; Cifunsa Diesel e Technocast -, ambas controladas pelo Grupo Industrial Saltillo (GIS). Segundo o presidente da empresa brasileira, Luiz Tarquínio Sardinha Ferro, além de atender às exigências do mercado na região, principalmente aos clientes do setor automotivo dos Estados Unidos, o negócio vai permitir à companhia ampliar a atuação nos segmentos de máquinas de mineração, agrícolas e de construção civil.<span id="more-1926"></span></p>
<p>A transação, de US$ 439 milhões, ainda depende de aval das autoridades de defesa da concorrência no México. Segundo Tarquínio, o projeto será apresentado no começo de dezembro e o processo poderá se estender até o começo de 2012.  A Tupy passará a contar com a capacidade produtiva das duas unidades a partir de 2013, informou o presidente.</p>
<p>A Cifunsa Diesel e Technocast estão localizadas nas cidades de Saltillo e Ramos Arizpe, respectivamente, e produzem blocos e cabeçotes de ferro fundido utilizados na fabricação de motores para veículos de passeio e comerciais, máquinas agrícolas e de construção, motores estacionários, entre outros. As subsidiárias representaram 44% do faturamento e 36% do lucro líquido do grupo Saltillo nos primeiros nove meses do ano. Segundo balanço da companhia mexicana, o acumulado das vendas no período foi de US$ 780 milhões e lucro de US$ 38 milhões.</p>
<p>Conforme Tarquínio, juntas elas têm capacidade para processar 300 mil toneladas de ferro. Com a aquisição, a Tupy irá praticamente dobrar a capacidade de produção neste segmento.</p>
<p>Hoje, a empresa brasileira tem capacidade para 300 mil toneladas em cabeçotes e blocos de motor. O volume será ampliado a partir de 2012. Desde o começo do ano, a Tupy iniciou um projeto de obras para conversão de uma antiga unidade de fabricação de sistemas de segurança, como freios, discos e suspensões, em uma nova linha de blocos em ferro vermicular, uma liga que permite mais leveza e resistência nos projetos automotivos. Com as aquisições no México, a Tupy deverá atingir uma capacidade de 700 mil toneladas até 2013. Segundo Tarquínio, o volume garantirá à empresa liderança mundial no segmento. Contando com demais áreas de atuação, a Tupy tem hoje uma capacidade global de processar 500 mil toneladas.</p>
<p>Além do aumento da capacidade, as aquisições no México vão permitir à Tupy ampliar a carteira de clientes. A Caterpillar, que detém 33% das ações da Technocast, e a John Deere já são atendidas pelas empresas mexicanas, que ainda conta com Ford e Chrysler.</p>
<p>Segundo Tarquínio, a Tupy atua nos segmentos de máquinas de mineração, agrícolas e construção &#8211; o chamado off Road &#8211; mas em escala menor do que a produção das duas empresas mexicanas. &#8220;O foco não é apenas a operação da América do Norte, mas a demanda de países emergentes, como China e Índia, por máquinas neste segmento&#8221;, disse.</p>
<p>De janeiro a setembro, a Tupy apresentou receita de vendas de R$ 1,6 bilhão &#8211; alta de 17,12% sobre o mesmo período de 2010. O lucro do período, de R$ 143,2 milhões, foi 16,61% maior que no ano passado. As exportações tiveram um papel importante nos resultados, já que 47% das receitas vieram do exterior. Do volume de vendas feitas para fora do Brasil, 80% são para a América do Norte.</p>
<p>Informações retiradas do site do Valor Econômico.</p>
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		<title>Activision-Blizzard reforça interesse no mercado brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[10/11/2011 John Dilullo, diretor de vendas da Activision para a AL: 2011 foi um ano de virada para os jogos eletrônicos no pais Nem o atraso no voo, nem o pouco tempo de descanso depois de aterrissar em São Paulo ontem parecem ter tirado o ânimo do americano John Dilullo, que comanda as vendas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>10/11/2011</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>John Dilullo, diretor de vendas da Activision para a AL: 2011 foi um ano de virada para os jogos eletrônicos no pais</em></p>
<p>Nem o atraso no voo, nem o pouco tempo de descanso depois de aterrissar em São Paulo ontem parecem ter tirado o ânimo do americano John Dilullo, que comanda as vendas na América Latina da desenvolvedora de jogos Activision-Blizzard, companhia formada pela fusão da Activision e da Blizzard, em 2008. A Activision-Blizzard é controlada pela francesa Vivendi, que em 2009, comprou a operadora brasileira GVT.</p>
<p>A empolgação do executivo tem uma explicativa bastante lógica: as vendas de &#8220;Modern Warfare 3&#8243;, a nova versão de &#8220;Call of Duty&#8221;, uma das franquias mais bem-sucedidas da Activision, cresceram 86% na região na comparação com o lançamento da versão anterior, &#8220;Black Ops&#8221;, há um ano. De acordo com o executivo, o crescimento é impulsionado pelo México e Brasil, os dois principais mercados da companhia na América Latina.<span id="more-1919"></span><!--more--></p>
<p>Dilullo, que vem ao Brasil pelo menos quatro vezes ao ano, participou ontem do lançamento de &#8220;Modern Warfare 3&#8243; no país. O jogo chegou aqui um dia depois do lançamento oficial nos Estados Unidos. A pouca diferença, diz o executivo, é reflexo da importância que o Brasil vem ganhando no cenário mundial dos jogos eletrônicos, um mercado que movimenta mais de US$ 60 bilhões por ano.</p>
<p>&#8220;Acredito que 2011 tenha sido um ano de virada para o mercado brasileiro. Para o ano que vem vamos acertar algumas coisas que aprendemos nesse ano e vir com mais força&#8221;, disse Dilullo ao <strong>Valor</strong>.</p>
<p>Uma das apostas da Activision para crescer no Brasil é o acordo assinado com a Neoplay, braço de distribuição de jogos criado pela Positivo Informática em junho do ano passado. &#8220;Temos experiência na distribuição de software e conhecemos o varejo. Queremos entrar de cabeça no mercado de jogos. O potencial de crescimento é muito grande&#8221;, disse Ilana Kriger, diretora da Neoplay, que também distribui jogos da Blizzard no país.</p>
<p>O lançamento de &#8220;Modern Warfare 3&#8243; pode ajudar a Activision a aumentar em 10% o seu lucro por ação no ano fiscal 2011, segundo informações dadas pelo executivo-chefe da companhia, Bobby Kotick, na terça-feira. Para Dilullo, o jogo pode registrar um novo recorde para a companhia. &#8220;As duas últimas versões de &#8220;Call of Duty&#8221; renderam US$ 550 milhões e US$ 650 milhões, respectivamente nos primeiros cinco dias de vendas nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. Pelo que temos visto até agora, esses valores devem ser superados. Eu volto a falar com você em alguns dias&#8221;, disse.</p>
<p>A notícia desse post foi retirada do Portal do Valor Econômico.</p>
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		<title>2º Happy Hour Mexicano 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 12:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 2º Happy Hour Mexicano 2011 reuniu aproximadamente 40 convidados, numa descontraída confraternização entre empresários mexicanos e brasileiros, organizado pela Asemexbra com o objetivo de fomentar o networking. O evento aconteceu em 6 de outubro, no restaurante La Mexicana, na Vila Nova Conceição, em São Paulo. Um cardápio exclusivo com comidas e bebidas típicas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O 2º Happy Hour Mexicano 2011 reuniu aproximadamente 40 convidados, numa descontraída confraternização entre empresários mexicanos e brasileiros, organizado pela Asemexbra com o objetivo de fomentar o networking. O evento aconteceu em 6 de outubro, no restaurante La Mexicana, na Vila Nova Conceição, em São Paulo. Um cardápio exclusivo com comidas e bebidas típicas do México foi especialmente preparado para o Happy Hour, com os presentes saboreando iguarias como tacos, quesadillas e guacamole, entre outros pratos. Novos eventos como este deverão ocorrer ao longo de 2012.</p>
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